PASTORAL ARQUIDIOCESANA

As Pastorais Arquidiocesanas são trabalhos desenvolvidos pela Igreja, numa ação organizada e dirigida pela Diocese e Paróquia para auxiliar determinada situação em uma realidade específica de cada região.

 

A finalidade da Igreja Católica é evangelizar através dos ensinamentos deixados por Jesus nos evangelhos, e para que a Igreja possa fazer essa divulgação do Santo Evangelho, precisa de um plano organizado, um projeto de evangelização que é distribuído a vários grupos em diferentes chamados pastorais.

 

Todos os membros das pastorais são voluntários, e recebem formação para exercerem o trabalho que a elas correspondem.  São coordenadas pela Arquidiocese juntamente com o Coordenador de Pastoral Arquidiocesano, atualmente Monsenhor Célio Pereira Lima, que promove regularmente encontros e reuniões de formação, para que os “agentes de pastoral” possam trabalhar junto às comunidades com plena consciência do que estão fazendo e da finalidade do seu trabalho.

Expediente da Secretaria de Pastoral

Segunda a sexta-feira: 08h às 12h

Coordenador de Pastoral: Monsenhor Célio Pereira Lima

Secretária de Pastoral: Amanda Rodrigues Gonçalves Marques

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Pastorais e Movimentos

PASTORAIS E MOVIMENTOS

Comissão para a Ação Social Transformadora


A Comissão Arquidiocesana Pastoral de Ação Social Transformadora tem como objetivo principal a promoção do testemunho da Igreja frente à prática da justiça, caridade e a paz. Além disso tem a missão de defender, de forma integral, a criação e incentivar o estudo da Doutrina Social da Igreja. A missão específica desta Comissão Pastoral é reunir todas as Pastorais Sociais e, à luz da Doutrina Social da Igreja, apresentar, com a prática, a solidariedade da Igreja, a partir da ação do Cristo, em favor dos pobres e indefesos. Deve ser um sinal transformador da realidade social na força do Evangelho. O desejo na articulação desta comissão é que se possa unir a fé e a vida, a partir da oração e da ação. Lembramos daquilo que Jesus mesmo diz no Evangelho de Mateus 7,21: “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor! Senhor!’ entrará no Reino dos Céus, mas quem põe em prática a Palavra do meu Pai”. A Palavra do Pai se revela plenamente no Filho que nos convida o “escutar o que Ele diz”. A vida de Jesus foi, intensamente, em favor dos pobres e marginalizados. Sabemos que para agir em favor da transformação da realidade em que vivemos necessitamos unir forças com diversas dimensões sociais que visam o mesmo objetivo. Para isso esta Comissão também deve articular e fortalecer, junto à sociedade civil como também a órgãos de direito, a participação de toda Igreja para construção de uma sociedade justa e solidária. Em vista disso, é urgente conhecer a Doutrina Social da Igreja. Para isso, a Arquidiocese de Uberaba, através da Comissão de Ação Social Transformadora, promoverá um estudo sobre este assunto, fazendo despertar nas comunidades o compromisso com uma Igreja em saída, como nos pede o Papa Francisco, pois não podemos amar o que não conhecemos. Percebemos que hoje a Igreja não pode se descuidar desta missão de cuidar dos prediletos do Reino. Em nossa Arquidiocese, atualmente, participam desta Comissão de Ação Social Transformadora as seguintes pastorais sociais: Comissão de Direitos Humanos da Arquidiocese, Pastoral da Criança, Pastoral da Sobriedade, Pastoral da Pessoa Idosa, Cáritas Arquidiocesana, Pastoral Carcerária. Muitas ações pastorais na dimensão social podem ser desenvolvidas, para isso necessitamos de pessoas que acreditem que por este trabalho, transformamos a sociedade atual. Pe. José Edilson da Silva Assessor Espiritual da Comissão Arquidiocesana da Ação Social Transformadora




Pastoral do Dízimo


A Campanha do Dízimo tem o objetivo de relembrar aos católicos partilhar e ser solidário traz alegria ao doador e é uma atitude própria do ser cristão, do católico. “Deus ama aquele que dá com alegria” 2 Cor 9,7. Na vida partilhamos muito: a casa com nossa família; o transporte, com outras pessoas; as nossas opiniões, com amigos… O conceito de partilha está ligado ao conceito de divisão. Partilhar é fazer a divisão de alguma coisa. Partilhar é dividir. E dividir tem o significado de tirar uma parte do que se tem. Entretanto, se no dicionário partilhar significa dividir, para os católicos não tem o mesmo significado, porque, na vida de todos eles, partilhar não é dividir; ao contrário, é somar; não é diminuir, mas aumentar; não é perder, mas ganhar. Partilhar, para o católico é, antes de tudo, um gesto de amor. Amor ao próximo e amor a Jesus que, com um milagre, conseguiu partilhar o pouco que se tinha naquele momento – 5 pães e 2 peixes trazidos por um menino – com milhares de pessoas, alimentando-as em pleno deserto quando não existia mais comida e mostrando, na prática, como a partilha não divide, mas multiplica. Com o pouco dado, com amor, se transforma em muito. (João 6, 1-13) Quando promovemos a partilha com a visão do católico, repetindo o gesto de oferta do menino, damos sem esperar nada, mas recebemos algo em troca se essa partilha é feita com amor, porque a partilha é uma via de mão dupla. Assim como aconteceu no episódio do profeta Elias (I Reis 17,7-16), que chegando à casa de uma viúva pediu que esta lhe preparasse uma refeição com o último punhado de farinha e um pouco de azeite que possuía. Ela o fez prontamente sem pedir nada em troca, partilhando o pouco que tinha, e, a partir daquele momento, não faltou mais alimento em sua casa. Os cinco pães e os dois peixes oferecidos pelo menino e divididos por Jesus entre a multidão, e a comida oferecida pela viúva ao profeta Elias são representados, hoje, pelo gesto de oferta e partilha repetido em nossas comunidades: o Dízimo. A campanha acontece durante o mês de julho e todas as pastorais, movimentos e associações, precisam envolver-se juntamente com a pastoral do dízimo. É importante que o trabalho seja realizado por todos para que a campanha aconteça de verdade, isto é, atinja todos os católicos. O envolvimento de todos é o segredo para a campanha dar certo. Pe. Marino Molina – Assessor espiritual da Pastoral do Dízimo da Arquidiocese de Uberaba




Pastoral Vocacional


A Arquidiocese de Uberaba, atenta ao pedido de Jesus: “Pedi ao Senhor da messe que envie operários para a sua messe” (Mt 9,38), iniciará, a partir do dia 12 de maio (4º Domingo da Páscoa – “Domingo do Bom Pastor”) uma AÇÃO EVANGELIZADORA em prol de vocações para a Igreja. A proposta é que cada comunidade coloque-se em oração como um único corpo, pedindo ao Senhor, por intercessão de Nossa Senhora uma nova vocação para a Igreja. A vocação para o sacerdócio, a vida consagrada, a família, a missão… é um dom concedido somente por Deus, mas também é fruto da comunidade que reza. O Papa Francisco acredita neste propósito: “Jesus nos disse que o primeiro método para obter vocações é a oração e nem todos são convencidos disso”. Além da oração, outro elemento essencial serão os testemunhos. Nossos jovens precisam ver testemunhos bonitos de pessoas que se dedicam inteiramente ao Senhor em nossa Arquidiocese com alegria e entusiasmo, para que possam sentir-se motivados a apostar suas vidas nesse mesmo caminho. A Ação Evangelizadora: “Cada comunidade uma nova vocação” vai desenvolver-se a partir de dois eixos: 1º REZAR PELAS VOCAÇÕES: Antes de todas as missas – as comunidades serão convidadas a rezarem a dezena do Santo Rosário na intenção das vocações e também no decorrer das missas, no momento da oração dos fiéis, ou na ação de graças, poderão rezar a oração vocacional e entoar o tradicional “Enviai Senhor…”; Também nos encontros e reuniões promovidos pela Arquidiocese; nas reuniões paroquias e encontros: de conselhos, de pastorais e movimentos, de catequese, de casais, grupos de reflexão, etc, rezar uma dezena do Rosário e/ou a Oração pelas vocações; É importante recordar sempre às pessoas a intenção da oração: pelas vocações. 2º DIVULGAR NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO TESTEMUNHOS VOCACIONAIS E VÍDEOS DE MOTIVAÇÃO VOCACIONAL Serão produzidos pelo Serviço de Animação Vocacional, vídeos com lindos testemunhos vocacionais e vídeos motivacionais que deverão ser lançados nas redes sociais, fazendo-os chegar a grande massa juvenil de nossas comunidades. Para facilitar o acesso a esses materiais, os mesmos serão disponibilizados em plataforma digital, nesta página da Pastoral Vocacional no site da Arquidiocese de Uberaba. Para iniciarmos o projeto pedimos a todos: padres, religiosos e religiosas, leigos e leigas que sigam os passos abaixo: 1º Passo – DIVULGAÇÃO Para que a Ação Evangelizadora seja apresentada a todos os fiéis, principalmente ao CPP para que toda a paróquia possa abraçar o projeto. 2º Passo – MATERIAL Para que tenham acesso a todo o material que será disponibilizado para Arquidiocese: cartaz, panfleto com a oração, marca-páginas motivacional e o banner com a oração que deverá ser afixado nas igrejas. 3º Passo – ABERTURA Para preparar e mobilizar toda a paróquia para realizar oficialmente a abertura da Ação Evangelizadora, no dia 12 de maio, em todas as missas. “Caminheiro, você sabe, não existe caminho. Passo a passo, pouco a pouco e o caminho se faz.” Com o refrão deste belo canto, venho convidá-los, a juntos somarmos cada vez mais forças para o nosso Serviço de Animação Vocacional, não podemos caminhar sozinhos e isolados, mas vamos juntos de mãos dadas, como Igreja Particular da Arquidiocese de Uberaba cuidar das vocações! Confiemos que Deus continuará a despertar jovens generosos para segui-lo, tornando a Igreja uma luz que brilha nesse mundo. Responder ao chamado de Deus é o propósito da Ação Evangelizadora. Certamente, pela oração e pelo testemunho muitos jovens serão tocados e motivados a também empenharem sua vida no projeto de Deus. Que Maria Santíssima, a Mãe das Vocações, que escutou, acolheu e viveu a Palavra de Deus feita carne, nos guarde e sempre nos acompanhe nesta missão. Pe. Rogério Consentino de Aguiar - Promotor Vocacional




Movimento de Cursilhos de Cristandade (MCC)


Os membros do Movimento de Cursilhos de Cristandade (MCC) da Arquidiocese de Uberaba realizam um importante trabalho na Igreja particular de Uberaba e nas regiões que abrangem a Arquidiocese, com atividades frequentes: Escola de Vivência, Curso Básico para novos cursilhistas, Cursilhos para Homens, Cursilhos para Mulheres, Cursilho para Jovens, além de Ultreias e outras ações. Nas entrevistas de hoje você vai saber o que é o MCC, os motivos de haver a separação entre o Cursilho de Homens e de Mulheres, além de entender o que são as Escolas de Vivência e toda prática da vivência da fé proposta pelo Cursilho. Entrevistamos o Assessor Nacional do MCC e também assessor espiritual do Movimento de Cursilhos de Cristandade da Arquidiocese de Uberaba, Pe. José Roberto Ferrari, e também o coordenador leigo, José Renis de Carvalho. Entrevista com o coordenador leigo do MCC da Arquidiocese de Uberaba Nosso primeiro entrevistado é José Renis de Carvalho, coordenador arquidiocesano do Movimento de Cursilhos de Cristandade – GED Uberaba. José Renis esteve à frente da coordenação no período de 2008 a 2012, por duas gestões, quando a gestão/mandato era de dois anos. Após esse período, a gestão/mandato foi alterada para três anos e teve início em 2016, seu término foi no final de 2018, quando foi reconduzido ao cargo de Coordenador para mais 3 anos (Triênio 2019 a 2021). “Para a nova coordenação foram reeleitos: Coordenador José Renis de Carvalho, Vice-Coordenador Roberto Leandro Alves e Assessor Espiritual Eclesiástico Pe. José Roberto Ferrari”, informa o entrevistado. José Renis conta que o Cursilho foi um divisor de águas em sua vida. “Vivi uma experiência antes de fazer o Cursilho e vivo outra após ter vivenciado o Cursilho, em setembro de 2000. Não tinha compromisso com a religião, mas a partir do Cursilho assumi o ‘Compromisso de Cristão Comprometido’ e muita coisa mudou na minha existência, como exemplo e testemunho para formação familiar”. O coordenador arquidiocesano busca viver Cristo intensamente, em todos momentos e em tudo o que faz. “Obedientes às limitações que exerço, participo das Assembleias Regionais e Assembleias Nacionais com o objetivo de trazer para a nossa Escola de Vivência conteúdos, experiências e as atualizações que acontecem em todos os níveis – nos GEDs (Grupos Executivos Diocesanos), GERs (Grupos Executivos Regionais) e GEN (Grupo Executivo Nacional), para o desenvolvimento espiritual, crescimento e compromisso como Cristão Comprometido do nosso GED Uberaba”, explica. O que é o Cursilho? José Renis: É um Movimento da Igreja que mediante método próprio torna possível a vivencia e a convivência do fundamental Cristão. Um pequeno Curso que em 3 ou 2 dias (nossa realidade é de 2 dias), por inspiração do Espírito Santo, cursilhistas que já vivenciaram e mais experientes, conseguem mostrar aos iniciantes o verdadeiro caminho que precisamos seguir para dar sentido às nossas vidas. Dar continuidade ao projeto de Deus, que por Jesus Cristo, nos escolheu para missão de Evangelizar, ou seja, levar a Palavra e fermentar de Evangelho todos ambientes, seja na família em primeiro lugar, no trabalho, na sociedade, etc. Qual é o objetivo do Cursilho? José Renis: No processo de expansão do MCC no mundo são celebrados diversos Encontro Internacionais com o objetivo fundamental de promover a unidade à escala universal, que identifica e caracteriza o Movimento em todo o mundo, em todos os países e que levem todos os dirigentes a defender e conservar o fundamental cristão. O Cursilho por graça de Deus consegue iluminar toda a vida à luz do Evangelho e possibilita um triplo encontro: consigo, com Deus e com os outros. Objetivo principal é o início da conversão pessoal crescente, consciente e comunicada em sociedade. Despertar no cristão o desejo de continuar o processo de conversão iniciada em grupo ou comunidade; motivar a responsabilidade; formar lideranças para atuar nos ambientes comunitários e dar respostas que modifique, e transformem as realidades da sociedade na dimensão missionária, “Igreja em saída”. Quem é convidado a participar do Cursilho? José Renis: Os Batizados afastados de Deus, pessoas que por circunstâncias da vida ou por decisão própria a fé cristã não tem relevância ou que perderam o sentido da vida. Não tendo consciência da sua importância como membros da Igreja afastam-se de Cristo e do Evangelho. Com prudência e caridade pedimos aos responsáveis para casos onde o Cursilho não acrescentaria benefícios ou soluções. O Cursilho está aberto a todas as pessoas com personalidade profunda de amar, do viver fraterno(a), solidário(a), pessoas que tenham critério e juízo claro e que possam ser capazes de vivência plena, ativa e consciente. Além disso que possam atuar como agentes transformadores, fermento eficiente, maduras, livres e responsáveis de qualquer condição social, cultural ou ideológicas. Pessoas que estejam dispostas a refletir e aceitar a verdade das suas vidas, capazes de captar a mensagem que se proclama, capazes de comprometer-se e envolver-se no serviço à comunidade e que tenham potencial e influência nos ambientes que convivem. Por que existe a separação entre o Cursilho dos homens e o Cursilho das mulheres? José Renis: Por ser a conversão individual e não tratar-se de encontro entre casais. A mensagem proferida tem caráter de reflexão individual e encontro pessoal nos seus 3 tempos. A mensagem proferida deve ser absorvida no coração de cada um e refletida individualmente. Para encontro de homens e mulheres existem na Igreja outros movimentos ou serviços que tratam o casal, exemplo: Dialogo Conjugal, ECC, Pastoral Familiar. O Cursilho tem método próprio e seu carisma principal é o Querigma, ou seja, a palavra que tem o objetivo de tocar e levar à reflexão, transformação do cristão e ao início da conversão. Por que fazer o Cursilho? José Renis: Para conhecer a si mesmo, refletir sobre o projeto que Deus tem para cada um, dar um sentido à vida, entender que o Pai é Rico em Misericórdia e não quer perder nenhuma de suas ovelhas. Mostrar que a família é a base de tudo e a Igreja é o local para se viver em comunidade. Seguir Cristo para continuar o plano e missão que Ele deixou para nós cristãos leigos. Partilhar e comprometer-se com o bem, com a justiça e com a Evangelização dos ambientes. Qual é a proposta da Escola de Vivência? José Renis:Dar continuidade ao processo de Formação dos Cursilhistas que vivenciaram os últimos cursilhos realizados. O Curso Básico mostra como preparar-se para realizar Cursilhos; como funciona a Escola de Vivência; como, onde e quando iniciou os Cursilhos no Brasil e no mundo; quando o movimento teve início na nossa Arquidiocese; a razão de se fazer Cursilho separado homens e mulheres; aborda a importância da inserção cursilhista nas paróquias; da perseverança na Escola de Vivência e Fé; a conversão etc. Qual é o sentimento de estar à frente (coordenação) deste movimento? José Renis:Estar à frente (Coordenação do Movimento de Cursilho) do GED Uberaba, não é mérito e não dá direito a título algum, mas é preciso muito esforço para alcançar a simplicidade. Entender que todos que já vivenciaram o Cursilho e participam ativamente na Escola de Vivência são responsáveis para o desempenho eficaz do Movimento na nossa Arquidiocese. Motivo de alegria é compreender que o Cursilho além de colaborar catequizando, atua como despertar vocacional do leigo. Em nossa Arquidiocese temos Diáconos Permanentes que foram tocados no Cursilho, formaram-se e hoje prestam serviço em várias paróquias da cidade e região., Como diz São Paulo é necessário ser servo inútil, mas com a ousadia de tentar todas as formas possíveis, seguir o conselho de Maria, a Mãe de Deus e nossa, que recomenda “fazer tudo o que Ele nos disser”. A alegria maior é ser esperança para os que amam esse Movimento, querer continuar sendo instrumento eficaz, presença e testemunho vivo do Evangelho em todos os ambientes. Viva a Vida, Decolores!




Cáritas


1- APRESENTAÇÃO Levando em conta a necessidade de uma ação que abranja todo o território da Arquidiocese de Uberaba, o Fundo Arquidiocesano da Solidariedade (FAS), no ano de 2019, irá dividir a aplicação dos recursos resultantes dos 60% da coleta da Solidariedade, do domingo de Ramos, entre as regiões pastorais da Arquidiocese. Os outros 40% são repassados à CNBB, que pelo Fundo Nacional da Solidariedade (FNS), financia projetos em todo o território nacional e que podem ser solicitados pela internet no endereço: www. fns.cnbb.org.br 2- OBJETIVO DO PROCESSO SELETIVO: Selecionar projetos que se identifiquem com a Campanha da Fraternidade 2019, nos seus objetos geral e específicos, e que desempenhem suas ações em concordância com a proposta da Campanha da Fraternidade, que poderá ser: um único projeto em todo território Arquidiocesano, com execução e monitoramento pela coordenação de cada região, ou projetos distintos de acordo com a realidade de cada local. Este formato vai depender do resultado do estudo do texto base da CF confrontado com cada realidade e apresentado ao Conselho Gestor pelo Coordenador de região. 2.1. OBJETIVO GERAL DA CF 2019. (CF. CNBB. TEXTO BASE CF 2019). “Estimular a participação em Políticas Públicas, à luz da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais de fraternidade”. 2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA CF 2019. (CF. CNBB. TEXTO BASE CF 2019). 01 – Conhecer como são formuladas e aplicadas as Políticas Públicas estabelecidas pelo Estado brasileiro. ] 02 – Exigir ética na formulação e na concretização das Políticas Públicas. 03 – Despertar a consciência e incentivar a participação de todo cidadão na construção de Políticas Públicas em âmbito nacional, estadual e municipal. 04 – Propor Políticas Públicas que assegurem os direitos sociais aos mais frágeis e vulneráveis. 05 – Trabalhar para que as Políticas Públicas eficazes de Governo se consolidem como políticas de Estado. 06 – Promover a formação política dos membros de nossa Igreja, especialmente dos Jovens, em vista do Exercício da cidadania. 07 – Suscitar cristãos católicos comprometidos na política como testemunho concreto da fé. 2.3. OBJETIVOS PERMANENTES DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE · Despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; · Educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor, exigência central do Evangelho; · Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária (todos devem evangelizar e todos devem sustentar a ação evangelizadora da Igreja). 3- CONSELHO GESTOR A destinação do fundo arquidiocesano de solidariedade é de responsabilidade do Conselho Gestor, cujos integrantes estão indicados no final deste edital. O conselho gestor se reunirá 02 vezes ao ano, conforme cronograma de atividades do FAS para avaliação e aprovação dos projetos. 4- PROPONENTES Podem participar com projetos: Paróquias, Pastorais e Movimentos que atuem na Arquidiocese de Uberaba, que serão denominados proponentes, desde que sejam apresentados pelo Coordenador da Região Pastoral. 5- INSCRIÇÃO DO PROJETO A entrega do projeto deverá ser feita diretamente no Centro de Pastoral da Arquidiocese de Uberaba, mediante protocolo. Poderá ser inscrito mais de um projeto por proponente. É importante lembrar que o FAS não financia despesas que demandam continuidade, como pagamentos de salários e encargos, aluguel, manutenção de sede, etc. Não serão aceitas inscrições que não atendam os requisitos deste edital nem aqueles que forem entregues fora do prazo estabelecido. 6- SELEÇÃO DE PROJETOS O processo de avaliação de projetos será realizado pelo Conselho Gestor com os projetos inscritos de acordo com os itens 2 e 3 e que estiverem em conformidade com o presente edital. O Conselho Gestor avaliará tecnicamente os projetos inscritos pontuando-os conforme os seguintes critérios: a) Afinidade do projeto com o objetivo da Campanha da Fraternidade do ano corrente; b) Viabilidade é a maneira como o projeto será conduzido. Se os métodos e os processos serão conduzidos de maneira eficiente; c) Sustentabilidade são as ações que garantem a continuidade da proposta executada; d) Impacto social significa transformar vidas e lugares por meio de ações consistentes para a comunidade, preservando as condições de vida, a fim de oportunizar acesso a direitos, entre outras questões de âmbito social; e) Articulação com a comunidade, a rede local e outros parceiros; f) Contrapartida do proponente e grupo envolvido: são os recursos que a entidade ou grupo irá dispor para execução do projeto, ainda que não sejam recursos financeiros; g) Visibilidade como se tornará público e divulgado visivelmente o apoio do FDS durante a execução do projeto; h) Participação dos beneficiários diretos na gestão do projeto; i) Periodicidade do projeto com cronograma de até um ano e com início na aprovação do Conselho gestor. A falta ou não clareza de um dos critérios inviabilizará a aprovação do projeto. O Conselho Gestor reserva-se o direito de solicitar readequação de projeto, sugerir alteração na aplicação de recursos financeiros, diminuir ou aumentar o valor requerido pelo proponente, estabelecido pelo Conselho Gestor de acordo com os critérios de avaliação. À priori a aplicação dos recursos será dividida igualmente entre as Regiões Pastorais. Limitando-se a um teto de 5mil reais por projeto ou aplicação do valor total destinado à Região para um único projeto administrado por ela. Em caso de sobra de recursos, pode-se atender as demandas mais urgentes, beneficiando mais ou menos uma Região, à critério da avaliação e consenso do Conselho. Os projetos aprovados e os nomes dos seus respectivos proponentes serão divulgados no site da Arquidiocese de Uberaba. 7- DOCUMENTAÇÃO O Proponente deverá apresentar: a) Folha de rosto com os dados do responsável: nome, endereço, telefone, e-mail, dados da conta bancária para depósito; (Anexo) b) Para as paróquias, declaração de regularidade com as contribuições à Arquidiocese de Uberaba, emitida pelo ecônomo Arquidiocesano (balancete mensal digitado no sistema contábil, coletas, contribuição mensal, porcentagem da festa etc.). 8- REPASSE DOS VALORES Os valores serão repassados até 10 (dez) dias após a assinatura do contrato entre a Mitra da Arquidiocese de Uberaba e o proponente, via depósito. A falta de documentação inviabilizará o repasse de recursos financeiros. 9- ACOMPANHAMENTO/MONITORAMENTO O FAS reserva o direito à Caritas Arquidiocesana de acompanhar e monitorar os projetos, solicitar relatórios e/ou informações de andamento dos mesmos. 10- PRESTAÇÃO DE CONTAS No prazo de até 30 (trinta) dias após o término do cronograma de execução, o proponente deverá encaminhar o relatório de atividades final e a prestação de contas à Arquidiocese de Uberaba, para análise e conclusão do projeto realizado, com os devidos encaminhamentos. No dia 23 de novembro de 2019, deverá ser apresentado relatório de atividades, mesmo que o projeto ainda esteja em andamento. 11- TOTAL DO FUNDO DISPONÍVEL Apenas 90% do total do fundo, seja ele no período de vigência da Campanha da Fraternidade ou acumulado, caso não haja projetos aprovados para o ano corrente, estarão disponibilizados para financiamento dos projetos. 12- PRAZO DE ENTREGA DOS PROJETOS Os projetos deverão ser entregues com até uma semana de antecedência às reuniões do Conselho Gestor do FAS.




MECE


O que são?

Os Ministros Eucarística da comunhão Eucarística são, na Igreja católica, leigos e leigas de nossa Arquidiocese a quem é dada permissão, de forma temporária (provisão) de distribuir a Comunhão aos fiéis, na missa ou noutras circunstâncias, quando não há um ministro ordenado (bispo, presbítero ou diácono) que o possa fazer ou ainda auxiliar os mesmos.

Surgiram na Igreja católica após o Concílio Vaticano II, como resposta à escassez de ministros ordenados e à necessidade de pessoas que pudessem auxiliar os ministros ordenados na distribuição da comunhão em diversas circunstâncias.

Quem são?

Os Ministros Eucarística da comunhão são homens e mulheres escolhidos entre a comunidade cristã de nossas paróquias e comunidades. Devem ser cristãos idôneos, comprometidos com o Reino e sempre a serviço da Igreja. Devem ser unidos aos sacerdotes e estar sempre disponíveis ao chamado da Igreja. Recebem formação litúrgica e doutrinal permanente no sentido de se aprofundarem no conhecimento e no amor ao Cristo e à Igreja.

Funções:

São estas algumas funções dos Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística.

• Distribuição da comunhão na missa.

• Distribuição da comunhão fora da missa, aos enfermos e idosos.

• Exposição do Santíssimo Sacramento para Adoração aos fiéis (mas não a benção com o mesmo).

São João Paulo II escreveu: “A Igreja recebeu a Eucaristia de Cristo, como Dom por excelência, porque o Dom Dele mesmo. Esta não fica circunscrita no passado, pois tudo o que Cristo é, tudo que fez e sofreu por todos os homens, participa da eternidade divina, e assim transcende todos os tempos e todos se torna presente”. Carta encíclica, Ecclesia de Eucharistia, n. 11. A Eucaristia, portanto, é Deus vivo entre nós!

De fato, “na Santíssima Eucaristia está contido todo o tesouro Espiritual da Igreja, isto é, o próprio Cristo, a nossa Páscoa e o Pão Vivo que dá aos homens a vida mediante a sua Carne vivificada e vivificadora pelo Espírito Santo. Bento XVI na Exortação Apostólica pós – sinodal, Sacramentun caritatis, XVI.

Roguemos a Deus que derrame sempre os Dons do Espírito Santo sobre todos os Ministros Extraordinários Eucarística de nossa Arquidiocese para que os mesmos possam desempenhar com amor esse serviço que é, antes de tudo, uma Graça. Graça de poder tocar no Cristo Eucarístico e levá-Lo aos irmãos também através de seus testemunhos de vida.




RCC


A Renovação Carismática Católica é uma "expressão eclesial", "um jeito", entre muitos, de viver a "experiência de Igreja". É uma reunião muito diversificada de indivíduos, grupos e atividades; contudo participam de uma mesma experiência fundamental e perseguem os mesmos objetivos. "Ser batizado no Espírito Santo" designa a experiência vinda do poder do Espírito Santo sobre uma pessoa. O batismo no Espírito Santo não é um sacramento, mas põe em atividade as graças recebidas nos Sacramentos, sobretudo os da Iniciação Cristã: Batismo, Crisma e Eucaristia. O Pentecostes foi o Batismo no Espírito Santo para os Apóstolos reunidos com Maria no Cenáculo (Atos 2, 1-4). O mesmo derramamento do Espírito Santo renovou-se emvárias ocasiões entre os primeiros cristãos (At 2, 37-38: 4,31; 8, 14-21...). Foi uma experiência viva que operou uma mudança nos corações dos discípulos, que sobre isto davam testemunho em suas pregações. Esta é a experiência do Espírito Santo que a Renovação Carismática quer trazer ao cristão de hoje. Nascida da Igreja e vivendo na Igreja, a Renovação é para a Igreja!




Conselho Arquidiocesano de Leigos e Leigas (CAL)


O Conselho Arquidiocesano de Leigos e Leigas da Arquidiocese de Uberaba foi criado em 21 de Setembro de 2013, com o apoio de Dom Paulo Mendes Peixoto, arcebispo metropolitano de Uberaba, tendo como assessor espiritual Pe. Rogério Consentino de Aguiar. O CAL é um organismo da Arquidiocese que busca integrar os cristãos leigos e leigas dos movimentos, pastorais e grupos comunitários que vivem sua vida em uma comunidade de fé e inseridos nas diversas atividades da sociedade. Nosso Conselho é parte integrante do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB) do Regional Leste II da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que compreende os estados de Minas Gerais e Espirito Santo. As reuniões ordinárias acontecem todo início de mês no Centro de Educação Infantil Marta Carneiro, ao lado da paróquia São José, no bairro Gameleira, em Uberaba. Na 1ª Assembleia do Povo de Deus, realizada em novembro de 2016, o Conselho apresentou uma proposta de estatuto para os Conselhos Paroquiais de Pastoral (CPPs), que foi discutido, votado e aprovado e vigora em toda Arquidiocese, sendo um grande avanço nas relações entre o clero e o laicato. Em maio de 2019 foi realizada em Uberaba, a XXVI Assembleia Regional do Laicato, do Regional Leste II, organizada pelo Conselho de Leigos, que reuniu pessoas dos Conselhos de Minas Gerais e Espirito Santo e proporcionou uma maior integração entre leigos e leigas das diversas dioceses do Regional, com trocas de experiências e trazendo novo ânimo para o laicato de nossa Arquidiocese. O Conselho trabalha para fortalecer o compromisso dos cristãos leigos e leigas com a proposta do Papa Francisco: de uma Igreja em saída, comprometida com os mais pobres, por um mundo mais humano e mais justo.




Setor Juventude


O Setor Juventude é o espaço que articula, convoca e propõe orientações para a Evangelização da Juventude, respeitando o protagonismo juvenil, a diversidade dos carismas, a organização e a espiritualidade para a unidade das forças ao redor de algumas metas e prioridades comuns à luz do documento 85 “Evangelização da Juventude”, das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e Documento de Aparecida O objetivo principal do Setor Juventude é favorecer a integração e o diálogo, além de propor diretrizes comuns para a evangelização, considerando as realidades de cada expressão juvenil. Também é responsabilidade do Setor a missionarização das expressões juvenis e Evangelização da Juventude. Dentre as atividades permanentes, o Setor deve proporcionar formações diocesanas, retiro para a equipe de coordenação diocesana, celebração do DNJ (Dia Nacional da Juventude) e da JDJ (Jornada Diocesana da Juventude)




Pastoral Carcerária


Uma pessoa está por trás das grades, em forma de cruz. De pé ela está dentro da cela, mas seu coração deseja estar livre do cativeiro, como mostra a sombra. A Pastoral Carcerária deseja, mediante as visitas feitas, levar o Sagrado Coração de Jesus, que é o patrono da Arquidiocese de Uberaba, aos presídios, e receber do mesmo Cristo, na pessoa encarcerada, a seguinte frase: "Eu estava na prisão e fostes visitar-me". A sombra deve expressar que o agente de pastoral seja a extensão da pessoa que está atrás das grades, para reinvidicar algo de que ela necessita dentro e fora da cadeia. A chave que um dia abrirá a fechadura desta grade para a liberdade seja a mesma chave do amor de Cristo, que liberta de todas as prisões. "Serão meus discípulos; conhecerão a verdade e a verdade vos libertará".




Pastoral da Educação


No mundo globalizado, a educação se encontra em plena crise e dilacerada entre saber e saber-fazer de um lado, e ser e saber-ser, do outro lado.

A Igreja, Mãe e Educadora, preocupada com o futuro da humanidade, sabendo da importância da educação no surgimento do “homem novo”, a través da CNBB (Documentos 41 e 47 da CNBB), suscitou a Pastoral da Educação, para que, na encruzilhada de todas as ciências que cuidam da educação e somando todos os saberes e conhecimentos na área da educação, a Igreja possa propor uma visão e uma caminhada mais holística, abrangente e “evangélica” da formação do futuro brasileiro. Dessa forma, a Pastoral da Educação tem como objetivos:

• Reforçar a formação dos formadores dos diferentes níveis e setores da educação formal e informal;

• Abrir os educadores a uma visão mais holística e abrangente da educação para a transformação e a emancipação da sociedade;

• Acompanhar educadores e voluntários a ser a cara da “Igreja em saída” e leva-los à pratica de uma educação que liberta o ser humano das contingências e limites atuais de nossa sociedade, para um futuro mais exigente, comprometedor e solidário.

Para que isso aconteça na sociedade inteira, a Pastoral da Educação deve abraçar todas as crenças e ideologias e fomentar um diálogo ecumênico e interreligioso, que possibilita o alcance desses objetivos a ela assinada pela CNBB.




EJC (Encontro de Jovens com Cristo)


História do EJC em Uberaba Nos dias 27 e 28 de setembro de 2008, padre José Bezerra Pereira, o casal Gilson Galtazar e Gloria Beatriz, Irmã Leide da Congregação dos Sagrados Corações de Jesus e Maria, e cinco jovens da Paróquia Imaculada Conceição, da cidade de Conceição das Alagoas (MG), a saber: Robson, Mauricio, Elison, Nayara e Rodrigo, participaram do encontro de Jovens com Cristo na cidade de Paracatu (MG) na Comunidade de Nossa Senhora do Rosário. Iniciava-se uma nova caminhada na Arquidiocese de Uberaba: O EJC (ENCONTRO DE JOVENS COM CRISTO). Foi escolhida a cidade de Paracatu, sobre a orientação de Pe. Wagner José, na comunidade Nossa Senhora do Rosário, o grande desejo de trazer para nossa Arquidiocese o primeiro EJC. Padre José Bezerra decidiu que seu primeiro encontro seria nos dias 25 e 26 de abril de 2009, na Paróquia de Santa Cruz e Nossa Senhora das Dores, pertencente à Arquidiocese de Uberaba (MG), na mesma cidade. O grande desejo era trabalhar com os jovens, sendo à época, o mesmo assessor do Setor Juventude. Assim, foi abraçado pelo padre e pela a equipe de dirigentes, formadas por casais e jovens. Dessa forma ficou combinado que viria de Paracatu o Pe. Wagner José e demais jovens, com três casais de tios, que assim são chamados dentro do encontro, deu-se a realização do 1º Encontro do EJC em sua paróquia de Santa Cruz e Nossa Senhora das Dores, em Uberaba. O fundador do EJC é o Pe. Alfonso Pastore. Uberaba 02 de maio de 2011 Primeira coordenação do EJC Arquidiocese de Uberaba: Diretor Espiritual: Pe. José Bezerra Pereira Casal Coordenador: Tio Gilson e tia Glorinha Jovens Coordenadores: Antônio e Gislaine Paróquia de Santa Cruz e Nossa Senhora das Dores Essa equipe acompanhou os primeiros anos do EJC na Arquidiocese de Uberaba. Depois de sua implantação em várias paróquias, montou-se o 1º Conselho Arquidiocesano do EJC, composto por um casal de jovens e um casal de tios, tendo como coordenadores leigos arquidiocesanos os tios Gilson e Glória e os jovens Antônio e Gislaine. Sendo o diretor espiritual Pe. José Bezerra. Histórico Primeiras Atas ATA DA 1ª REUNIÃO – PARÓQUIA DE SANTA CRUZ – UBERABA As vinte horas do dia treze de novembro de 2008, na Paróquia de Santa Cruz, Uberaba, deu se início a primeira reunião do EJC. Se fez presente o diretor espiritual Pe. José Bezerra, o casal de Tios Gilson e Glorinha, que participaram na cidade de Paracatu, comunidade de Nossa Senhora do Rosário do EJC, e mas três casais convidados: Armando e Joana, Amilkton e Fátima, Zezinho e Marta. A reunião deu início com o Pe. José explicando o grande desejo de se fazer o EJC, na sua paróquia, colocando-se a disposição desse trabalho, juntamente com o casal de tios Gilson e Glorinha e irmã Leide, que não pode esta presente. Apresentou a esses três casais a grande necessidade desse trabalho na paróquia e o quanto a comunidade ganharia, também mostrou-lhes o efeito que esse o encontro proporciona, mas relatou que ainda precisava de mais três casais para se forma a Equipe de Dirigente. Equipe esta que é formada por quatro casais: sendo os três novos casais, mais o casal de tios já existente, Gilson e Glorinha. O casal apresentou para os demais como foi o encontro, seus propósitos e objetivos e toda a estrutura existente desse encontro, explicando para cada um as funções existentes na equipe: casal montagem, casal fichas, casal finanças e eventos e casal palestra. Os casais escutaram atentamente e pediram um tempo para ler o material e dar a resposta. Sem mais para o momento firmo a presente. Ata da 2ª reunião: Pós Encontro da Equipe de Dirigente e Tios do EJC – Paróquia de Santa Cruz e Nossa Senhora das Dores às vinte horas do dia quatro de junho de 2009, na Paróquia de Santa Cruz, em Uberaba (MG), reuniram-se Pe. José Bezerra, a equipe dirigente composta pelos casais Joana e Armando, Zezinho e Marta, Gilson e Glorinha, Amilton e Fátima e os tios dos círculos dos pós encontros. Pe. José começou com oração inicial, depois passou a fala para cada tio contar como foi o primeiro pós encontro. O casal Sérgio e Marli começou o relato para o seu grupo, contaram que são nove grupos e compareceram quatro, mas afirmaram que todos já estão engajados nas paróquias, um deles é da Abadia, disse que houve muito interesse dos mesmos, os demais que não compareceram ficaram de entrar em contato para as próximas reuniões. No grupo de Alessandra e Heli só participaram dois, e pediram para que mudem o dia e horário, sábado não fica apropriado. Pe. José perguntou o que eles acharam dos temas escolhidos, os tios disseram que eles se interessaram, disseram que eles estão muito empolgados com Baile do dia 13 de junho, os demais temas ficaram para serem passados na próxima reunião. Os tios entraram em acordo que o casal Anderson e Kely, da Paróquia São José ficariam com o grupo de Armando e Joana. Essa separação resulta em uma melhora no andamento do pós encontro, então eles ficam somente na equipe de dirigente que já tem como função Finanças e Eventos. Também foram colocados pelos tios, que alguns jovens gostariam de mudar de grupo, entre os motivos estão o fato de serem namorados, outros por morarem mais perto, irmãos ficarem juntos etc. Devido a esta colocação ficou decidido que na próxima reunião geral haveria novamente a divisão dos grupos, ficando a disposição de cada jovem escolher. Foi colocado pelos tios que os jovens gostariam de reunir na paróquia só para reunião geral. Pe. José Bezerra posicionou-se no sentido de não mudar, de reunirem-aw na casa dos tios e depois realizar uma reunião mensal/geral com ele e equipe de dirigentes. Nessa situação os tios Marli e Sergio ficaram com um grupo de nove jovens; Maria Helena e Sergio com sete; Eli e Alessandra com 2; para dividir novamente na reunião geral do dia 28 de junho de 2009. A equipe de dirigentes, os quatro tios, precisam de oito jovens. Foi citado pelos tios os seguintes nomes: Antônio, Gislaine, Gustavo, Keila, Suzane, Ariane, Rita e Verônica, para fazerem parte da equipe. Os próximos Pós encontros ficaram marcados da seguinte forma: Dia 13/06 – Baile dos Apaixonados e Reunião Geral com todos os coordenadores e Equipe de dirigente; Dia 28/06 às 14h30 Paróquia Santa Cruz Ficou marcada também reunião só com os tios para o dia 12 de junho, local e horário a ser definido. Pe. José sugeriu ideia de realizar dois bingos para conseguirem fundos para o próximo encontro, um durante a Festa do Divino Pai Eterno e outro bingo na Festa de Santa Cruz, em setembro. Para a festa junina ficou definido realização de correio elegante e as flores. Também comunicou que as camisetas do Hallel foram feitas e o valor será de dez cada. Pe. José fez a oração final e todos deu por despedidos. Sem mais para o momento, firmo a presente.. Encontros Realizados pelo EJC Região Norte Paróquia de Santa Cruz e N S das Dores 25 e 26/04/2009 – 1º Encontro Participaram: 42 jovens Trabalharam: entre jovens e casais 60 pessoas Paróquia Madrinha: Comunidade N S do Rosário – cidade de Paracatu (MG) 24 e 25/04/2010: 2º Encontro Participaram: 35 jovens Trabalharam: entre jovens e casais 66 pessoas 09 e 10/04/2011 – 3º Encontro Participaram: 35 jovens Trabalharam: 41 jovens e 36 casais Região Oeste Cidade de Pirajuba (MG) Paróquia de Nossa Senhora da Abadia 5 jovens fizeram na Paróquia de Santa Bárbara 7 jovens fizeram na Paróquia de Santa Cruz e Nossa Senhora das Dores Em 15 e 16/10/2011 realizaram seu 1º Encontro Região Leste Não aconteceu ainda Região Sul Paróquia de São Judas 02 e 03/04/2011 – 1º Encontro Participaram: 25 jovens Trabalharam: 10 casais de Uberaba Paróquia de Santa Bárbara 06 e 07/11/2010: 1º Encontro Participaram: 44 Trabalharam: 38 jovens 23 casais Paróquia Madrinha Santa Cruz e Nossa Senhora das Dores – Uberaba (MG) Paróquia de São José – Uberaba (MG) 9 jovens que fizeram Em 2011 teve o 2º encontro também Paróquia de São José 1º Encontro em 27 e 28/008/2011 Região Rio Grande Cidade Conceição das Alagoas (MG) Paróquia Imaculada Conceição 26 e 27/09/2009 – 1º Encontro Participaram: 73 jovens Trabalharam: entre jovens e casais 80 pessoas Paróquia Madrinha: Santa Cruz e N S das Dores e Comunidade N S do Rosário – Paracatu MG 31/07 e 01/08/2010: 2º Encontro Participaram: 70 jovens Trabalharam: 57 jovens 46 casais Obs: já fizeram em 2011 o 3º encontro Cidade de Delta (MG) Paróquia Santa Maria dos Anjos 10 jovens participaram do EJC na Paróquia de Santa Cruz e Nossa Senhora das Dores e Imaculada Conceição. Reunião de Pós Encontro Acontece por decisão do diretor espiritual e equipe de dirigente da paróquia a melhor forma de realizar o seguimento do Encontro de Jovens com Cristo. OBS 1: As cidades de Conquista, Sacramento e a Diocese de Ituiutaba (MG) acabaram de pedir para o EJC cinco fichas para o 4º Encontro da Paróquia de Sta Cruz e Nossa Senhora das Dores nos dias 17 e 18 de março de 2012. OBS2: 1ª Reunião 06/01/2012, com um casal e dois jovens de cada paróquia. Depois de hoje te passo os nomes dos coordenadores das outras paróquias. ESSE DOCUMENTO FOI ENVIADO PARA DOM ROQUE, ARCEBISPO À EPOCA. ATUAL CONSELHO ARQUIDIOCESANO DO EJC Diretor Espiritual: Pe. José Bezerra Pereira Coordenadores leigos: Nome: Ariane Cristina da Silva Diocese: Arquidiocese de Uberaba Paróquia: Santa Cruz Endereço: Rua Garibaldi da Cunha 77 – Leblon Uberaba/MG E-mail: arianecristina_90@msn.com Nome: Alexandre Henrique Silva Diocese: Arquidiocese de Uberaba Paróquia: Santa Bárbara Endereço: Rua Cascavel N°924 Vallim de Melo E-mail : alexandrehenrique924@yahoo.com.br Nome: Matheus Antônio Oliveira Santos (Tio) Diocese: Arquidiocese de Uberaba Paróquia: Santa Cruz Endereço: Rua Granito, 503 – Leblon Uberaba/MG E-mail: matheus.oliveiirasan@gmail.com Nome: Gislaine Aparecida de Oliveira (Tia) Diocese: Arquidiocese de Uberaba Paróquia: Santa Cruz Endereço: Rua Granito, 503 – Leblon Uberaba/MG E-mail: gis_laine_aparecida@hotmail.com




ECC (Encontro de Casais com Cristo)


Conheça a história do Encontro de Casais com Cristo (ECC) O Encontro de Casais com Cristo (ECC) não é uma pastoral ou movimento, é um Serviço Escola da Igreja em favor das famílias para Evangelização e vivência do Sacramento do Matrimônio a partir da família e da paroquialidade, permitindo aos casais o reencontro com igreja, família e filhos e também seu compromisso com a justiça Social. O ECC, como é chamado, é vivenciado em três etapas: 1ª Etapa) O Encontro evangelizador, missionário, é o despertar, o chamamento aos casais afastados da igreja. Desperta os casais para a vivência do Sacramento do Matrimônio e a Espiritualidade Conjugal, Familiar e Apostólica. 2ª Etapa) O Reencontro, catequético, é o aprofundamento, uma proposta de compromisso. Utiliza a reflexão e é voltado para casais engajados ou que desejam se engajar nos serviços paroquiais. 3ª Etapa) O Compromisso, transformador, é para os casais que buscam mudar as estruturas injustas de nossa sociedade. O ECC teve sua origem em 1970 na Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, na Vila Pompeia, em São Paulo (SP), por iniciativa do padre Alfonso Pastore. O ECC hoje é uma realidade no Brasil inteiro, de norte a sul, de leste a oeste, estando presente em aproximadamente 150 (Arqui)Dioceses. Devido à grande expansão do ECC em todo o Brasil tornou-se necessário a criação de um Documento Nacional que pudesse dar a todas as Arquidioceses uma orientação segura, procurando aprimorar sua linha evangelizadora. Este documento foi criado pelo Conselho Nacional e aprovado pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) entre os dias 25 e 27 de outubro de 1985. Em Uberaba, o ECC completou 40 anos em 2018. No dia 15 de dezembro de 2018 foi celebrada na Quase Paróquia de Bom Jesus uma missa em ação de graças pelas atividades do ECC durante o ano de 2018 e também pelos 40 anos de ECC na Arquidiocese. Pedindo bênçãos a Deus e a Sagrada Família para as próximas atividades do ECC na Arquidiocese de Uberaba e pela comemoração que se aproxima dos cinquenta anos de ECC no Brasil. Em Uberaba, o ECC conta com um Conselho Arquidiocesano coordenado pelo seu assessor espiritual, padre José Edilson da Silva e pelo casal de coordenadores arquidiocesanos, José Marcos dos Santos e Denize Raquel Margato Santos. Cada Região da Arquidiocese de Uberaba possui um casal representante do ECC, formando assim um Conselho Arquidiocesano com casais de todas as regiões da Arquidiocese. Agradecemos ao apoio de todos e desejamos a toda Arquidiocese de Uberaba um ano repleto de bençãos! José Marcos dos Santos e Denize Raquel Margato Santos – coordenadores arquidiocesanos do ECC




Pastoral da Música


A pastoral da Música tem como objetivo instruir os ministérios de música da Arquidiocese, orientado-os sobre como prepararem as canções da Celebração Eucarística e de outros eventos eclesiais, sempre se orientando pela liturgia e documentos oficiais da Igreja Católica. É necessário que o ministro da música entenda o seu papel como membro contribuinte e participante ativo na Celebração Eucarística e não um conjunto isolado atuando de forma secundária. A música, tanto religiosa, sentimental e carismática tem como objetivo ajudar a assembleia ou pessoas que estejam participando do momento a se sintonizarem com o momento e elevarem seu pensamento e espirito à Deus. Para tal objetivo a pastoral se propõe a realizar: formações sobre os tempos litúrgicos; formações técnicas relacionadas a música; Encontros Arquidiocesanos ou Paroquiais; formações para momentos específicos (encontros, momentos de oração, casamentos, etc).




Pastoral da Pessoa Idosa


Qual a importância da Pastoral da Pessoa Idosa? Para nos explicar o que é a Pastoral da Pessoa Idosa e a sua importância para a comunidade, convidamos a coordenadora interina desta Pastoral na Arquidiocese de Uberaba, Celina Nicacia Tavares dos Santos, para nos contar sobre suas experiências frente a este trabalho. Acompanhe. Entrevista com Celina Nicacia Tavares dos Santos, coordenadora Arquidiocesana da Pastoral da Pessoa Idosa Há quanto tempo você está à frente da Pastoral da Pessoa Idosa? Conte um pouco sobre seu ingresso nesta pastoral. Celina: Há doze anos. Quando a Pastoral da Pessoa Idosa foi fundada (05/11/2004) já se determinou uma equipe à nível nacional que iria capacitar pessoas das dioceses que se interessassem em implantar a Pastoral. Da nossa Diocese foram enviadas eu e Zuleica, na época éramos da Pastora da Criança, para sermos capacitadas em Belo Horizonte. De lá voltamos como Multiplicadoras, com a missão de implantar a Pastoral nas paróquias que desejassem ter a Pastoral da Pessoa Idosa. Além de você, há outro(a) coordenador(a)? Celina: Na realidade eu estou como coordenadora interina, mas a minha função é ser capacitadora. Por enquanto sou eu que desempenho a função de coordenadora diocesana, mas todas as paróquias que tem a Pastoral têm o seu coordenador. O que é a Pastoral da Pessoa Idosa? Celina: A Pastoral da Pessoa Idosa nasceu de um trabalho que já era realizado pelas líderes da Pastoral da Criança com o nome de “A Terceira Idade na Pastoral da Criança” e aos poucos foi se tornando um novo trabalho. Este novo trabalho surgiu da necessidade que as pessoas idosas tinham de poder falar com outras pessoas sobre seus problemas, principalmente as que ficavam muito sozinhas. Hoje o papel da Pastoral é levar vida e dignidade as pessoas idosas através das visitas domiciliares, principalmente às mais fragilizadas. É ser ponte entre a pessoa idosa e seus familiares, e também formar uma rede de solidariedade junto à comunidade. Além das visitas, temos nossas reuniões mensais de avaliação do trabalho realizado no mês.




Pastoral da Criança


A Pastoral da Criança, organismo de ação social da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), alicerça sua atuação na organização da comunidade e na capacitação de líderes voluntários que ali vivem e assumem a tarefa de orientar e acompanhar as famílias vizinhas em ações básicas de saúde, educação, nutrição e cidadania tendo como objetivo o “desenvolvimento integral das crianças, promovendo, em função delas, também suas famílias e comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político” (Artigo 2º do Estatuto). Visão Trabalhamos por um mundo sem mortes materno-infantis evitáveis e onde todas as crianças, mesmo as mais vulneráveis, viverão num ambiente favorável ao seu desenvolvimento” (Cf. Isaías capítulo 65, a partir do versículo 16). Missão “Para que todas as crianças tenham vida em abundância” (Cf. Jo 10, 10). A missão da Pastoral da Criança é promover o desenvolvimento das crianças, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, do ventre materno aos seis anos, por meio de orientações básicas de saúde, nutrição, educação e cidadania, fundamentadas na mística cristã que une fé e vida, contribuindo para que suas famílias e comunidades realizem sua própria transformação. Crenças • Partilha e Solidariedade.
• Deus se revela preferencialmente aos pobres.
• Fé é Vida: vivenciar a fé, por meio de ações concretas na comunidade.
• A glória de Deus é a vida. Valores • Adesão à missão da Pastoral da Criança.
• Ética (transparência, honestidade, justiça, equidade).
• Simplicidade.
• Não discriminação.
• Compromisso com os resultados.
• Perseverança.
• Valorização das crianças, gestantes e das famílias.
• Alegria em servir.
• Multiplicar o saber.
• Ir ao encontro, buscar proximidade. Fundação Fundada em 1983, na cidade de Florestópolis, Paraná, pela médica sanitarista e pediatra, Dra. Zilda Arns Neumann, e pelo então Arcebispo de Londrina, hoje cardeal emérito, Dom Geraldo Majella Agnelo. A Pastoral da Criança hoje se faz presente em todos os estados brasileiros e em outros 10 países da África, Ásia, América Latina e Caribe. Níveis de coordenação. A Pastoral da Criança se organiza por comunidade, ramo, setor, estado e país, tendo equipes de coordenação e conselhos em cada um deles, com normas e estruturação determinadas pelo Regimento Interno, aprovado pela Assembleia Geral. Coordenação Comunitária – exercida por um dos líderes da Pastoral da Criança da comunidade. Coordenação de Ramo (paróquia) – responsável por diversas comunidades com Pastoral da Criança de uma mesma paróquia. O coordenador é indicado, em lista tríplice, pelos coordenadores comunitários do respectivo ramo (paróquia) e ratificado pelo pároco. Coordenação de Setor (diocese) – responsável por diversos ramos (paróquias) com Pastoral da Criança da Diocese à qual pertence. É indicado pelos coordenadores de ramo e ratificado pelo bispo diocesano. Coordenação Estadual – responsável pelos diversos setores (dioceses) com Pastoral da Criança do Estado. É indicado pelos coordenadores da Pastoral da Criança de Setor e ratificado pelo bispo responsável pela Pastoral da Criança no Estado. Coordenação Nacional – dar apoio ao trabalho das coordenações da Pastoral da Criança em todo o Brasil. O coordenador nacional é nomeado pelo Presidente do Conselho Diretor e ratificado pela CNBB. Conselho Diretor da Pastoral da Criança – é eleito pela Assembleia Geral da Pastoral da Criança e ratificado pela CNBB. Assembleia Geral – órgão máximo da Pastoral da Criança. É composta pelo Conselho Diretor, as dioceses, representadas por seus coordenadores estaduais, e representantes da Associação Nacional dos Amigos da Pastoral da Criança (ANAPAC).




Pastoral da Saúde


A Pastoral da Saúde é a ação evangelizadora de todo o povo de Deus comprometido em promover, preservar, defender, cuidar e celebrar a vida, tornando presente no mundo de hoje a ação libertadora de Cristo na área da saúde. É fundamentada na ação evangelizadora de Cristo que "percorria todas as cidades e aldeias, pregando o Reino de Deus e curando todo tipo de doenças e enfermidades" (Mt 9, 35) e no seu mandato, "Ide por todo mundo, pregai o Evangelho e curai os doentes" (Mt 10, 8-9). A cura dos doentes é parte integrante da missão e ação do enviado do Pai, para que todos tenham vida e a tenham em abundância (Jo 10,10). A Pstoral da Saúde tem como objetivo Geral de Evangelizar com renovado ardor missionário o mundo da saúde, à luz da opção preferencial pelos pobres, enfermo e sofredores, participando da construção de uma sociedade justa solidária a serviço da vida em plenitude, sinal do Reino de Deus entre nós. SOLIDÁRIA: vivência Samaritana junto aos doentes e sofredores nos hospitais, domicílis e comunidades, atendendo a pessoa na sua dimensão física, psicológica, social e espiritual. COMUNITÁRIA: capacitação de profissionais e agentes multiplicadores de Saúded e criação de grupos comunitários que atuem no campo da prevenção, promoção, educação e humanização das instituições de saúde através de um processo participativo e transformador. POLÍTICA-INSTITUCIONAL: atuação política junto aos órgãos e instituições, públicas e privadas que prestam serviços e formam profissionais na área da saúde. Participação nos Conselhos Municipais, Estaduais e Nacional, e Assembléias, buscando a humanização do Sistema de Saúde, a fiscalização e a denúncia quando isso não for possível.




Pastoral do Batismo


" Ide e fazei que todas as nações se tornem discípulos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo." A Pastoral do Batismo é a responsável por conduzir a vivência da fé às pessoas que Deus nos confia, ministrando uma catequese sobre o Sacramento do Batismo aos pais e padrinhos, seguindo as novas diretrizes da Iniciação à Vida Cristã. O objetivo da Pastoral do Batismo é levar aos pais e padrinhos que o importante é Jesus Cristo e que o Sacramento do Batismo não é um ato social e sim um encontro com Cristo, é fidelidade a Ele, é o nascimento para a vida nova. É uma pastoral que acolhe, motiva e conduz aos encontros de preparação e celebração àqueles que buscam o Sacramento. Começamos essa formação na secretaria paroquial com a inscrição, depois com uma visita à família do batizando e em seguida dois encontros de formação, tendo sempre como tema central Jesus Cristo e o rito e símbolos do batismo. É muito importante que cada paróquia forme sua Pastoral do Batismo, pois é ela quem acolhe e insere na comunidade aqueles que buscam o Sacramento, que é a porta de entrada para uma vida nova, uma vida cristã. Por isso, temos que ter agentes preparados para essa missão evangelizadora anunciando e testemunhando com alegria o encontro e seguimento de Jesus Cristo.




Pastoral Familiar


Queridos irmãos e irmãs, como Assessor da Pastoral Familiar em nossa Arquidiocese, quero que este texto que nos fala sobre a importância dessa Pastoral, possa alcançar todo homem e toda mulher que busca na Igreja um lugar de encontro e que busca viver dignamente como família. Portanto, a Pastoral Familiar é um serviço que se realiza na Igreja e com a Igreja, de forma organizada e planejada através de agentes específicos, com metodologia própria, tendo como objetivo apoiar a família a partir da realidade em que se encontra, para que possa existir e viver dignamente, estabelecer relacionamentos e formar as novas gerações conforme o plano de Deus. Entendemos assim, que a Pastoral Familiar deve ser uma resposta da Igreja que favoreça nossas famílias, que enfrenta diversos obstáculos sentindo-se assim agredida e muitas vezes desestruturada. Abrange todas as famílias, independente de sua situação familiar, com o propósito de promover a inclusão e resgatar os valores e a dignidade de cada pessoa. Missão da Pastoral Familiar A missão da Pastoral Familiar é a defesa e promoção da pessoa em todas as etapas e circunstâncias da vida e a defesa dos valores cristãos para o matrimônio e os relacionamentos pessoais e familiares. É imprescindível promover articulações dentro e fora da Igreja, para defender a vida em todas as suas etapas e dinamizar e orientar ações em favor da família. Metas principais da Pastoral Familiar 1) Fazer da família uma comunidade cristã; 2) Fazer com que a família seja Santuário da Vida. 3) Resgatar para a família seu justo valor de célula primeira e vital da sociedade; 4) Tornara Família missionária e Igreja doméstica. 5) Acolher toda a família a partir da realidade em que se encontra; 6) Santificar os laços familiares; 7) Oferecer com qualidade formação aos noivos; 8) Despertar a família para o papel de educadora; 9) Oferecer apoio aos casais e famílias. Setores da Pastoral Familiar 1) Setor Pré-Matrimonial 2) Setor Pós-Matrimonial 3) Setor Casos Especiais Importância da Pastoral Familiar A Pastoral Familiar – a nível paroquial, diocesano e nacional – deve considerar-se, não apenas uma opção entre outras, mas uma premente necessidade que virá a ser como foco irradiador dos valores cristãos da nova evangelização, no próprio âmago da sociedade onde a família está radicada; é ela que dará estabilidade ao longo do tempo do esforço evangelizador. É preciso empregar todas as forças para que a Pastoral Familiar se afirme e se desenvolva, dedicando-se a um setor verdadeiramente prioritário, com a certeza de que a evangelização, no futuro, depende, em grande parte, da Igreja doméstica (FC, n. 76) Papa João Paulo II. De uma maneira clarividente disse o Papa João Paulo II, aos Bispos do Brasil, em 1980: “Em cada Diocese, vasta ou pequena, rica ou pobre, dotada ou não do clero, o bispo estará agindo com sabedoria pastoral, estará fazendo investimento altamente compensador, estará construindo, à médio prazo, a sua Igreja particular, à medida que der o máximo de apoio a uma Pastoral Familiar efetiva”. Papa Bento XVI O papa Bento XVI, na V Conferência de Aparecida, 1997, assim se expressou: “Em cada Diocese se requer uma Pastoral Familiar intensa e vigorosa para proclamar o Evangelho, promover a cultura da vida e trabalhar para que os direitos das famílias seja reconhecidos e respeitados”. Conferências Gerais do Episcopado latino-americano e caribenho Puebla, 1979 – Santo Domingo, 1992 e Aparecida 2007, dão especial destaque à Pastoral Familiar: “A Pastoral Familiar, longe de ter perdido o seu caráter prioritário, revela-se hoje ainda mais urgente, como elemento sobremaneira importante da Evangelização”. (DP n. 570) Documento de Santo Domingo insiste: “É necessário fazer da Pastoral Familiar uma prioridade básica, sentida, real e atuante. Básica, como fronteira da Nova Evangelização. Sentida, isto é, acolhida e assumida por toda a comunidade diocesana. Real, porque será respaldada, concreta e decididamente no acompanhamento do bispo e seus párocos. Atuante significa que deve estar inserida numa pastoral orgânica. A Pastoral Familiar deve estar em sincronia com instrumentos pastorais e científicos. Necessita ser acolhida a partir de seus próprios carismas pelas comunidades religiosas e os movimentos em geral. (SD, n 64). Diz o Documento de Aparecida nº 535, pág. 194, sobre a Pastoral Familiar: “Em toda a Diocese se requer uma Pastoral Familiar intensa e vigorosa para proclamar o evangelho da família, promover a cultura da vida e trabalhar para que os direitos das famílias sejam reconhecidos e respeitados”. Nº 437 – Para tutelar o apoio à família, a Pastoral Familiar pode estimular, entre outras, as seguintes ações:
a) comprometer de maneira integral e orgânica as outras pastorais, os movimentos e associações matrimoniais e familiares;
b) estimular projetos que promovam famílias evangelizadas e evangelizadoras;
c) renovar a preparação remota e próxima para o sacramento do matrimônio e da vida familiar;
d) promover o diálogo com os governos e a sociedade, políticas e leis a favor da vida, do matrimônio e da família;
e) Acompanhar com cuidado, prudência e amor compassivo, seguindo as orientações do magistério, os casais que vivem em situação irregular (segunda união).




Pastoral Bíblico-Catequética


A Comissão Arquidiocesana para Animação Bíblico-Catequética vem para responder ao apelo evangelizador da Igreja, delineando uma catequese litúrgica, bíblica e vivencial - fundamentada na metodologia catecumenal de iniciação cristã e promover a animação bíblica de toda a pastoral.

Tem como objetivo principal desenvolver um projeto que leve a uma profunda experiência com Jesus Cristo e forme discípulos missionários que testemunhem sua fé na sociedade. Esse projeto contempla a centralidade na Palavra de Deus e a inspiração catecumenal, em uma Igreja em saída, conforme consta no PAPIU – “implantação de uma catequese permanente – modelada pelo processo catecumenal – para crianças, adolescentes e adultos, em vista da formação de discípulos missionários de Jesus Cristo” (93).

Fazer da nossa realidade atual um processo de Iniciação à Vida Cristã, conforme o testemunho das comunidades cristãs primitivas, não é tarefa fácil, já que requer novas atitudes pastorais por parte do arcebispo, presbíteros, diáconos, pessoas consagradas e agentes de pastoral. No entanto, apresenta-se como “uma urgência que precisa ser assumida com decisão, coragem e criatividade” (Doc 107, 69)

Nosso projeto vem superar a alguns desafios, como a persistência de uma pastoral de manutenção, sobressair a uma catequese sacramental, demonstrar e explanar a Iniciação à Vida Cristã bem como, os seus documentos especialmente o RICA. Ampliar o diálogo entre padres e seminaristas, visando a implantação de uma pastoral de conjunto com novas linguagens e métodos, assim poderemos todos falar uma mesma linguagem tendo como unidade as 3 etapas e os 4 tempos da IVC, onde o catequista tem consciência do seu papel e o vive com amor, valorizando a participação contínua da família em seu processo de evangelização. Não nos cabe mais uma catequese para apenas transmitir conteúdo, mas uma verdadeira partilha de fé e de vida entre os irmãos envolvendo toda a comunidade.

“Ou educamos na fé, colocando as pessoas realmente em contato com Jesus Cristo e convidando-as para segui-lo, ou não cumpriremos nossa missão evangelizadora”. (DAp 287)





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