Conheça o Movimento Jovem Estrada de Emaús

37° Estrada de Emaús faz parte do movimento Jovem de Emaús, da Arquidiocese de Uberaba. O encontro realizado nos dias 07 e 08 de abril e contou com a participação de 53 jovens que se uniram com o objetivo de realizar um encontro pessoal com Cristo.

Confira o depoimento de dois jovens que participaram do encontro:

“Sabe o que é bom? Sabe aquele surpreendimento que todos tivemos no início do Estrada de Emaús? Onde todos acolhedores bateram palmas por mais um jovem estar chegando? ‘Meu Deus como eles estão tão alegres?!’ Mas aquele surpreendimento por ser tratado com tanto amor, por conviver com pessoas que amam o próximo, nunca me surpreendi tanto na minha vida! Nunca me senti tão amado por Deus! Ah, não esqueci! A confiança pelo outro! Por estar convivendo com pessoas que estão seguindo o mesmo caminho. A Eternidade! Foi o que eu senti durante esse fim de semana maravilhoso. O Estrada de Emaús superou a todos os encontros religiosos que fui! E mais uma vez, não canso de dizer como é bom… Agradeço a toda equipe do Estrada de Emaús e a todos que participaram! Vocês sempre estarão no meu coração, qualquer minúsculo momento em que foi ocorrido durante o encontro nesses dois dias. Hoje eu sou uma pessoa restaurada. Obrigado! ‘Com a força de todos na oração, Deus irá pairar sobre nossos corações e agirá sobre nossos pedidos.’” (Kevin Santos Valeriano, 15 anos)

“Eu quero agradecer a cada um de vocês por ter feito esse momento tão especial desde a galera da organização aos que fizeram o encontro! Que possamos continuar unidos pelo Espírito. Foi um encontro que foi além das minhas expectativas. Jesus tocou cada um de nós e nos fez sair melhor do que entramos. Sou grata a cada um de vocês! ❤” (Laura Fiuza, 16 anos)


Conheça a história do  Movimento Jovem Estrada de Emaús

Histórico do Movimento Jovem Estrada de Emaús: 19 anos caminhando com Jesus

O Movimento Jovem de Emaús da Arquidiocese de Uberaba, nasceu em 1992, do esforço do casal Glauce e Lúcio Naves, auxiliados por D. Benedito de U. Vieira (Arc. Metropolitano na época), de promover em Uberaba, um encontro que reunisse jovens, de 17 a 25 anos, e proporcionasse a eles, condições de ter um encontro pessoal com Cristo.

O Encontro Jovem Estrada de Emaús surgiu a partir da necessidade sentida pelos que já participavam do Encontro de Emaús de “arrebanhar” também os adolescentes de 13 a 16 anos, criando um encontro católico destinado a eles, pois não havia, na Arquidiocese, um encontro específico para adolescentes. Então, José Eustáquio Barbosa e Dalva Aparecida Guarato Barbosa (Coordenadores do Movimento na época), fizeram uma adaptação no roteiro do encontro já existente (Emaús), sob a orientação do Pe. José Lourenço da Silva Junior e da Irmã Maria Abadia C. Melo. Em 13 de Março de 1999, realizou-se o 1º Estrada de Emaús, contando com 144 pessoas trabalhando, participando de 05 equipes de trabalho e 73 encontristas. Na oportunidade também foi alterada a faixa etária para 14 a 17 anos.

O objetivo deste encontro, definido após uma avaliação dos primeiros realizados, foi o despertar nos adolescentes a importância de encontrar na família a sua igreja doméstica, fazendo deles agentes de transformação em todos os lugares que estiverem, principalmente, em seus lares. A vivência cristã desses adolescentes deveria, então, focar-se na observância de procedimentos cristãos, levando-os a praticá-los no dia a dia.

Desse momento em diante, percebeu-se que uma vez na estrada, não poderíamos deixar de caminhar, e conforme o calendário do movimento, estabeleceu-se que seriam dois encontros por ano, sendo estes intercalados com o Encontro Jovem de Emaús, destinado hoje a jovens de 18 a 30 anos.

Hoje são nove equipes e uma média de 200 pessoas, que se reúnem de dois a três meses para a realização do encontro, orientados pelo atual assessor Pe. Ronan e pelos coordenadores do Encontro Estrada de Emaús, Emily Monteiro e Lucas Arantes. O Estrada de Emaús homenageia, a cada encontro, uma pessoa de destaque dentro da Igreja ou do Movimento. Isto também acontece, para que a espiritualidade do Movimento caminhe na Unidade com a Igreja. No encontro já foram feitas homenagens afetivas, como aos jovens falecidos Pablo Coelho de Almeida, Rodrigo Correia de Morais e Gilmar dos Reis Santos, santos e santos da Igreja como São Francisco de Assis, Santa Teresinha, Santa Gianna Bereta Molla, São Padre Pio, Santa Clara, São Bento e personalidades como Madre Tereza de Calcutá.

37° Estrada de Emaús


Tudo pode ser mudado pela força da oração

A cada encontro novas pessoas chegam, cada encontro tem sua singularidade e é marcado em nossos corações por momentos únicos. Esse em especial, é marcado pela bênção de dois padroeiros que representam muito, o intuito maior de nosso encontro: A família.

Santa Mônica e Santo Agostinho, mãe e filho estiveram em presença e espiritualidade conosco. Como foi bom conhecer, ouvir e aprender mais uma vez o que o amor de uma mãe é capaz por seu filho, que assim como eles, que nosso coração esteja restaurado de amor, perdão e oração por aqueles que amamos.

Queridos encontristas, vocês foram esperados, amados, muito antes de nos conhecer, nós também não os conhecíamos, mas já sentimos o coração inflamar quando vocês disseram sim. Esperamos que a experiência desse final de semana marque suas vidas. Vocês sempre terão com quem contar, nós estamos aqui.

Aos membros de equipes que tantas vezes nos mostraram na prática a imensidão da essência e amor que sentem pelo Estrada de Emaús, o nosso muito obrigado. Sem vocês, nada seria possível.

Que a força da oração sempre guie nossos caminhos, iluminando essa estrada e que a fé seja o ponto de partida.

Muito obrigado!

Ser Estrada sempre será nossa vocação.

(Coordenação do Movimento Jovem de Emaús da Arquidiocese de Uberaba)

Foto da Coordenação Geral do Movimento Jovem Estrada de Emaús: Karlos, tesoureiro; Emily, coordenadora; padre Ronan, diretor espiritual; e Lucas, coordenador.




Sta. Mônica e Sto. Agostinho: uma história de fé, amor e conversão

Padroeiros do 37º Estrada de Emaús são um grande exemplo de que ‘Tudo pode ser mudado pela força da oração’.

Dizem que o amor de uma mãe é o mais puro e incondicional. Eu acredito! Dizem que a oração feita por uma mãe é mais forte e poderosa. Eu também confio! Afinal, quem de nós, mesmo que agora não tenhamos mais essa oportunidade, nunca recorreu ao colo de mãe nos momentos de maior apuro?!

Na casa da jovem Mônica não era diferente. A história não traz relatos tão íntimos da relação entre ela e o filho Agostinho, mas nem é preciso. Afinal, quem rezaria pela conversão de uma pessoa, incansavelmente por mais de 30 anos, senão uma mãe amorosa e dedicada. Foi isso que Mônica fez. Ela sempre foi um exemplo vivo de confiança e fé.

Nasceu por volta dos anos 300, no norte África. Viveu justamente naquela época em que as jovens eram entregues ao matrimônio, a partir de uma relação quase comercial entre as famílias. Desconfio que se ela tivesse a oportunidade de escolher o próprio marido, procuraria um homem também cristão, assim como ela. Mas não foi o que aconteceu. Patrício era um marido violento, rude e pagão. Juntos tiveram três filhos, incluindo Agostinho, que apesar de possuir uma inteligência e poder de comunicação absurdos, levava uma vida desregrada, baseada no vício e no pecado. E, apesar do exemplo vivo que tinha em casa, com a mãe, não confiava tanto no poder da oração nem na Igreja de Cristo. Mesmo assim, ela não desistiu.

Mônica passou a rezar cada vez mais. Era uma oração diferente dessa que muitas vezes fazemos no automatismo do nosso dia a dia. Era uma oração cheia de fé e confiança. Ela pedia sempre pela conversão da família, e, principalmente, pela do filho Agostinho. Acreditava que com o dom que ele tinha, de falar com as pessoas, poderia pastorear muitas ovelhas, também perdidas pelo caminho. E o pedido da mãe foi atendido. A oração poderosa chegou ao nosso Deus do impossível, e Agostinho foi convertido.


Já convertido, Agostinho mergulhou na fé cristã de uma forma como muitos de nós ainda somos aprendizes. Fundou uma comunidade voltada para a oração, estudo da Palavra e caridade. Foi ordenado Sacerdote e posteriormente Bispo. É considerado ‘Doutor da Igreja’, agindo diretamente na conversão de tantos outros pagãos.

E assim, mãe e filho foram canonizados. Ela, pelo grande exemplo de confiança em Deus e fé, e por ter rezado incansavelmente pela conversão do filho. Ele, por todos os feitos na Igreja Católica. A simples Mônica se torna Santa Mônica, e Agostinho, nosso grande professor, Santo Agostinho. Juntos, os dois são o grande exemplo de família, conversão, fé e amor. São também o convite para um lar restaurado. Afinal, a oração é poderosa não só para alguns. É para todos! E o 37º Estrada de Emaús termina nos trazendo um desafio: Que tal você assumir o papel de Santa Mônica em sua casa, e ainda ser um novo reflexo de Santo Agostinho em na comunidade?

Para aceitar a missão, a dica é simples: confie cada vez mais no poder da oração!

Mário Sérgio Santos

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