Covid é mais que um convite

Algumas pessoas, talvez as mais informadas, no início do ano, já sabiam da existência de um novo vírus que “tava tocando o terror”. Era, porém, do outro lado do mundo.

Por aqui, estávamos em pleno verão e a grande mídia, por razões próprias, tratou de minimizar a situação que já não era só chinesa. E a vida seguiu até o Carnaval.

Dias depois, o “disco virou” e passamos a viver uma realidade inédita onde o medo, o excesso de informações e os interesses escusos trataram de nos isolar uns dos outros e da própria verdade.

Passamos a viver com receio de tudo e de todos. As notícias chegavam carregadas de terror e de pouca praticidade. Apareceram os primeiros infectados na região e também em nossa cidade.

Aos poucos, a doença começou a ter cara, isto é, a ter nomes conhecidos em nosso dia a dia. Começou a rondar até o dia em que bateu a nossa porta e não esperou abrir. Entrou sem ser convidada.

Os sintomas gripais passaram a ter um peso diferente; a tosse, a febre e a falta de ar viraram espelho da gravidade. Em dois dias, os sintomas da gripezinha tão propagada evoluíram para a falta de ar e os pulmões já estavam comprometidos.


A respiração passou a ser auxiliada pelo catéter e a medicação pesada já estava em campo. O organismo em dois ou três dias não respondia satisfatoriamente e chegou a hora de entubar. Coma induzido, insuficiência renal e parada cardíaca.

Tudo isso em cerca de uma semana.

O paciente prostrado e pronado; bem cuidado, é verdade, porém, apenas mais um dos tantos.

Em casa, sua família amuada pelos cantos e chorando; aos poucos, perdendo suas forças, mas sem deixar de rezar; não abre mão da oração. E as orações mais simples, aquelas feitas com a força do coração, conversa direta com Deus e com Nossa Senhora são ouvidas.



Os familiares e os amigos, uns conhecidos e outros desconhecidos, de várias crenças e religiões, unidos em oração numa inesquecível corrente de fé são esteios energéticos até que o milagre é operado.

Os anjinhos chamados médicos, enfermeiros e outros que trabalham no sistema de saúde foram instrumentos da ação de Deus, da ação do Pai que ouviu as orações e deu nova oportunidade, não só para quem estava incubado, mas para toda a família.

A lição é clara: viver em paz e harmonia, valorizar o que é mais importante e jamais esquecer o quanto somos pequenos, fracos e pecadores, mas o quanto podemos ser grandes, porém humildes se estivermos vivendo em plenitude a presença de Deus em nossos corações.

Assim, afirmo que o COVID-19 é mais que um convite à mudança, à evolução e à conversão. É uma intimação!

Fulvio Ferreira

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