E a fé, como vai?

E a fé, como vai?

Existem muitas reflexões acontecendo em nossa vida nesse momento. Muitas ações diferentes em função desse tempo em que nos vimos obrigados a diminuir o ritmo de forma tão brusca. Este tem sido um tempo de fortalecimento de nossa fé, bem como de descoberta de outras formas de nos encontrarmos com Jesus, com Deus, com Maria e com os irmãos.

Aqui em casa sempre tivemos nosso altar, nosso cantinho sagrado. No entanto, não era visitado com tanta frequência ou com a frequência merecida. Desde o início da Pandemia, o número de idas a esse Cantinho aumentou significativamente. É o necessário? Sabemos que ainda não; no entanto, é o que estamos buscando a mais para nossa vida familiar no momento. Tivemos a oportunidade durante os primeiros de dias de almoçar e jantar juntos, coisa que há muito tempo não fazíamos e de rezarmos juntos antes de nossas refeições. Momentos que trouxeram conexão com Deus, fortalecimento de nossa fé e a compreensão de que Deus tem um propósito muito maior ao permitir que a humanidade toda vivencie essa experiência.


Pudemos perceber o quanto somos dependentes uns dos outros, como somos interligados, pois o que aconteceu na China afetou toda a Humanidade e antes a impressão era de que existiam eles e nós. A mim particularmente me fez enxergar o quanto o que fazemos afeta nosso irmão, mesmo que seja uma pequena coisa, uma palavra, uma xícara fora do lugar, um sapato no meio da sala, uma preguiça, um descuido, o deixar para depois. O macro me fez enxergar o micro. O quanto é importante que eu seja atencioso nas pequenas coisas, o quanto é necessário eu voltar minha atenção para aquilo que estou a fazer no momento. O quanto é preciso silenciar para ouvir. O quanto é necessário desacelerar para conectar-se verdadeiramente com quem está comigo nesta jornada da vida e principalmente com Deus.

Para mim, está bem claro que “menos é mais”. Menos barulho, mais silêncio; menos externo, mais interno; menos tecnologia, mais contato; menos correria, mais presença; menos trabalho, mais trabalho; menos dinheiro, mais contas acumuladas. No entanto, uma grande oportunidade de rever o estilo de vida, a ausência de reserva, nossa preocupação com o outro. Menos proximidade com as pessoas, mais proximidade com Deus.


Nunca imaginei que poderia receber Jesus e sentir sua presença real dentro de minha casa através da Adoração ao Santíssimo pela televisão. Nunca senti Jesus tão vivo em meu peito através da Comunhão Espiritual. Há muito tempo não sentíamos a presença do Pai tão perto de nós. Ele tem estado em todas as partes de nossa Casa, pois a tecnologia nos tem colocado em contato com Ele e às vezes a tábua de passar roupa, a vassoura, o fogão tornam-se o altar para as orações. Para estarmos perto de Deus e sentirmos sua presença, basta apenas nosso querer.

Sabemos e estamos vivendo todas as dificuldades deste momento, com muitas dúvidas e incertezas. No entanto, com a maior fé que já tivemos, pois confiamos na Misericórdia, na Providência e no amor de Deus por todos nós. Sigamos confiantes!

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