EDITORIAL - Ano Novo, Novos Tempos!


Ainda posso desejar a todos um feliz 2021. Estamos começando este novo ano, que traz consigo desafios, exigências, preocupações, mas também esperanças e alegrias.

Gostaríamos que, com a passagem do ano, muita coisa ou tudo que é ruim ficasse também para trás. Infelizmente, não funciona no automático. Precisamos construir uma nova possibilidade. Precisamos trabalhar para que o ano seja bom, com a graça de Deus. Inclusive, quando desejo a alguém um feliz Ano Novo, estou me comprometendo a fazer todo o possível para que, para aquela pessoa, o ano seja feliz.

Veja o tamanho de seu compromisso: para quantas pessoas você desejou feliz Ano Novo?

A Igreja, em sua sábia pedagogia colocará diante de nosso coração, diante de nossa fé a Quaresma, com toda sua proposta de conversão. Cinzas, os exercícios espirituais próprios deste tempo, a Palavra de Deus e tantos outros elementos da liturgia irão conduzir-nos até a Páscoa!


A Campanha da Fraternidade deste ano, pela quinta vez ecumênica, irá nos fazer refletir e assumir compromissos com o Diálogo e a Construção da Paz. Igreja Cristãs unidas no mesmo propósito e na mesma reflexão: que testemunho bonito de comunhão, de diálogo. Que força na construção de um mundo melhor!

Nossa Arquidiocese vive um tempo de renovação nas paróquias. As transferências dos párocos é um momento importante de renovação dos métodos pastorais, de construção de um jeito diferente na condução da vida paroquial. Nesta edição, acompanhe parte destas transferências. Importa fazer deste momento um tempo de oração pelos que saem, partindo para outro trabalho, e os que chegam, com suas expectativas e bagagem pastoral.

As recentes ordenações trazem um novo alento, um novo fôlego a nossas necessidades pastorais: três novos presbíteros, três novos sacerdotes que vêm juntar-se àqueles que já trabalham na vinha do Senhor. Louvemos a Deus por tão grande dom. Sejam bem-vindos, neopresbíteros: Padre Alexandre, Padre César e Padre Marcos Vinícius.

Também a congregação dos Padres Somascos alegrou-se com a ordenação presbiteral de Padre Olino Afonso Marques. Abraçamos os neossacerdotes e desejamos as mais generosas bênçãos e graças a todos. Coragem, por Ele!


Um santo andou no meio de nós! Continuamos contando a história bonita de Frei Gabriel de Frazzanò. O testemunho dado por ele nos incentiva na fé, fortalece-nos na esperança e faz-nos crescer na coragem da caridade.

A Arquidiocese olha com carinho e esperança para seu seminário, lugar de preparação dos novos presbíteros, de discernimento vocacional e amadurecimento nas virtudes necessárias para o ministério sacerdotal. Temos uma nova realidade como o Propedêutico e o Seminário São José.

Nesta edição, vamos conhecer esta nova realidade e fazer dela motivo de nossas orações.

Nosso sempre querido arcebispo emérito, Dom Benedito de Ulhôa Vieira, ao celebrarmos seu centenário de nascimento, ergue-se como fonte inspiradora para nossa fé e ação pastoral. Continuamos a fazer sua memória nas várias iniciativas deste seu ano jubilar.

Por fim, nosso Jornal destaca o lançamento do livro “200 anos + da Igreja Matriz à Catedral”, que conta a história dos 200 anos da Paróquia de Santo Antônio e de São Sebastião, hoje nossa Catedral Metropolitana. Este livro foi a coroamento de todas as celebrações do ano do Jubileu do Bicentenário.

Daniela Viana, em um pequeno texto, ajuda-nos a compreender o significado, a importância de nossa Catedral e Arahilda Gomes Alves chama nossa atenção para a Catedral da Fé!

“Mais que um edifício. O que se comemora vai além da data. Envolve mais que dados. A cidade tem na construção da igreja no alto do morro um começo matricial. A matriz é o lugar onde algo é gerado. Isso vale para a língua portuguesa e para a cidade também. As ruas que levam ao edifício recebem os nomes dos padroeiros originais. São Sebastião e Santo Antônio indicam o caminho geograficamente. São eles também que apontam referências para as crenças mais íntimas dos pioneiros dessa terra. A análise da arquitetura e da iconografia depende de reflexões sobre o povo que a produziu. As escolhas estéticas de cada detalhe assinalam a cultura da região. A construção que viria a ser identificada como a Catedral é, antes disso, a matriz que origina e serve de fonte para a formação da cidade. Metropolitana que é, representa materialmente as origens do grupo civil, do núcleo inicial. Hoje tão expandida, a população urbana pode ter mudado suas percepções simbólicas e religiosas, mas também o contato com essa genitora. Sabe que ali está erguida a matriz há 200 anos. Os primeiros 200 anos de muitos mais.” Daniela Viana Leal


Catedral da Fé

Emoldurava a praça

O coreto ecoava

Líricos sons

Árvores copadas

De vários tons, esperançadas,

Balouçavam, lancinantes,

À brisa mórbida do tempo

Tempo caminhante

Ao sabor do templo!

Gerações desafiantes

Tagarelice de crianças

Molhavam-se na fonte.

Nos bancos, namorados

Contavam estrelas

Na doce paz, para vê-las

Homens sisudos,

Trabalhadores,

Buzinavam, inquietos,

Novos carros alugantes

A Catedral a tudo assistia

Ao repicar dos sinos, alegria.

Apaixonados casamentos

Entre coros e cores

De tantos amores.

No alto da onipresença

Cristo velava a cidade

Dois santos observando,

Santo Antônio,

São Sebastião,

Protegendo a população

Catedral, Igreja Sé

Abençoando uberabenses

Relíquias guardando história

Na fé de tantas vitórias

Casa-mãe em louvação

De sagradas oblações

Berço evocando acalantos

E tantas marchas nupciais

Elegias de saudosos prantos

Catedral da fé, coração imortal!

Arahilda Gomes Alves

Boa Leitura!

Abraços,

Monsenhor Valmir Ribeiro

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