Papa no Angelus: confiar na ação de Deus que fecunda a história
Contato

Praça Dom Eduardo, 56 - Bairro Mercês - Uberaba - MG

(34) 3312-9565

Redes Sociais
inscreva-se

Facebook

Instagram

Identidade visual para fundo escuro.png

INFORMAÇÕES

Praça Dom Eduardo, nº 56 - Mercês
Uberaba-MG - CEP: 38060-280
Tel: (34) 3312-9565

  • Secretaria / Chancelaria Ramal 1

  • Financeiro Ramal 2

  • Patrimônio Ramal 3

  • Tribunal Eclesiástico Ramal 4

  • Secretaria de Pastoral Ramal 5

curia.arquidiocesedeuberaba@gmail.com

ASSESSORIA DE IMPRENSA DA ARQUIDIOCESE DE UBERABA

HORÁRIOS DE ATENDIMENTO

  • Segunda a Sexta: 8h às 12h e 14h às 17h.

TVs Católicas

Rede_Vida_logo.png
cnbb-branca-260x80-2.png
vatican-news-header-white.png

Produzido pela pascom arquidiocesena

© 2019 by Arquidiocese de Uberaba

Pública na Rede

Papa no Angelus: confiar na ação de Deus que fecunda a história

“Confiar na ação de Deus que fecunda a história”, pois somente Ele pode separar o bem do mal e extirpá-lo, e o fará no juízo final. A nós cristãos, cabe o discernimento entre o bem e o mal, conjugando decisão e paciência. Neste sentido, devemos evitar julgar quem está ou não no  Reino de Deus, pois todos somos pecadores.

No Angelus deste XVI Domingo do Tempo Comum, o Papa dirigiu sua reflexão aos milhares de fieis presentes na Praça São Pedro, inspirado na Parábola do joio e do trigo, “que ilustra o problema do mal no mundo e destaca a paciência de Deus”. Quanta paciência Deus tem conosco!, exclamou Francisco.

A narrativa se desenvolve em um campo com dois opostos protagonistas, explica o Papa. De um lado o dono do campo que representa Deus e semeia a boa semente; por outro o inimigo que representa Satanás e semeia a erva ruim.

Somente Deus pode separar o bem do mal

O dono e os seus servos têm comportamentos diferentes diante do crescimento do joio em meio ao trigo. Os servos pensam em arrancá-lo, mas o dono adverte que pode ser arrancado junto o trigo:

“Com esta imagem Jesus nos diz que neste mundo o bem e o mal estão de tal forma entrelaçados, que é impossível separá-los e extirpar todo o mal. Somente Deus pode fazer isto e o fará no juízo final”.

Campo de liberdade dos cristãos: discernimento

Esta situação é “o campo da liberdade dos cristãos” onde se pratica a difícil tarefa do “discernimento entre o bem e o mal. E neste campo” deve-se conjugar, “com grande confiança em Deus e na providência, dois comportamentos aparentemente contraditórios: a decisão e a paciência:

“A decisão é aquela de querer ser trigo bom – todos nós o queremos -, com todas as próprias forças, e portanto, tomar distância do maligno e de suas seduções. A paciência, significa preferir uma Igreja que é fermento na massa, que não teme sujar suas mãos lavando as roupas de seus filhos, antes que uma Igreja de “puros”, que pretende julgar antes do tempo, quem está e quem não está no Reino de Deus.

Todos somos pecadores

O Papa recorda que com esta parábola o Senhor “nos ajuda a compreender que o bem e o mal não se podem identificar com territórios definidos ou determinados grupos humanos: “Estes são os bons, estes são os maus”, e explicou:

“Ele nos diz que a linha de separação entre o bem e o mal passa no coração de cada pessoa, passa no coração de cada um de nós, isto é: todos somos pecadores. Me vem o desejo de pedir a vocês: “Quem não é pecador levante a mão!”. Ninguém! Porque todos o somos, todos somos pecadores”.

Jesus nos deu vida nova e com o Batismo a Confissão, “porque sempre temos a necessidade de sermos perdoados de nossos pecados. Olhar sempre e somente o mal que está fora de nós, significa não querer reconhecer o pecado que existe também em nós”, advertiu Francisco.

O tempo de Deus não é o nosso

Jesus – disse o Papa – também nos ensina a enxergar de modo diferente o “campo do mundo, a observar a realidade”. E enfatiza:

“Somos chamados a aprender os tempos de Deus – que não são os nossos tempos – e também o “olhar” de Deus: graças ao influxo benéfico de uma trepidante espera, aquilo que era joio ou parecia joio, pode tornar-se um produto bom. É a realidade da conversão. É a perspectiva da esperança”!

Por fim, Francisco pediu que a Virgem Maria nos ajude “a colher na realidade que nos circunda não somente a sujeira e o mal, mas também o bem e o belo; a desmascarar a obra de Satanás, mas sobretudo a confiar na ação de Deus que fecunda a história”.

Fonte: br.radiovaticana.va

0 visualização